Parte aérea da Guiné _ Petiveria foetida - Peso 25g
- Uso Popular: Usada para aliviar dores e inflamações, podendo ser aplicada topicamente em forma de cataplasmas ou compressas.
Guiné - Petiveria foetida
Originária das regiões tropicais das Américas Central e do Sul, a Guiné é uma planta de longa tradição no uso medicinal popular. Seu nome científico foi atribuído em homenagem ao botânico inglês James Petiver, ainda no século XVIII. Apesar do odor forte e característico — considerado desagradável por muitas pessoas — a planta é amplamente valorizada em diversas culturas tradicionais por suas propriedades terapêuticas e também por seus usos ritualísticos. Povos indígenas, comunidades afrodescendentes e populações rurais da América Latina utilizam a guiné há gerações em práticas de cuidado natural, tanto em preparações medicinais quanto em rituais de purificação.
INDICAÇÕES E RECOMENDAÇÕES
Estudos fotoquímicos identificaram na Petiveria foetida a presença de compostos sulfurados, flavonoides e substâncias com atividade biológica relevante, que ajudam a explicar seus efeitos antimicrobianos e anti-inflamatórios. Pesquisas indicam que extratos da planta apresentam ação contra fungos, bactérias e alguns vírus, além de propriedades analgésicas e anti-inflamatórias.
Planta de odor intenso, que pode chegar a ser nauseante quando fresca. A queima de suas folhas secas produz uma fumaça de cheiro acre, tradicionalmente utilizada para afastar mosquitos e outros insetos.
Na medicina popular, é empregada no combate a fungos, bactérias e vírus. Como analgésica e anti-inflamatória, apresenta indicação nas dores de cabeça, dor de dente, dor de garganta, dores musculares e reumáticas, além de inflamações na boca e quadros de gengivite.
Externamente, suas folhas também são utilizadas em banhos medicinais e rituais. Na região amazônica, a planta entra na composição dos chamados “banhos de cheiro”, preparados aromáticos usados especialmente durante as festas juninas e em práticas tradicionais de limpeza energética. Também pode ser utilizada em banhos vaginais em algumas tradições populares.
Deve ser utilizada com cautela, pois a Guiné apresenta potencial tóxico em doses elevadas, sendo recomendável seu uso moderado e preferencialmente com orientação adequada. É considerada abortiva.
Guiné
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